Manual do silicone:

Tire algumas dúvidas sobre prótese.

 

 

 

 

​Considerado um dos pontos mais delicados da cirurgia de implante de prótese de silicone, o tamanho da prótese a ser escolhida depende de vários aspectos. “Primeiramente, a paciente deve ter uma conversa aberta com seu cirurgião, que vai tirar todas as dúvidas sobre a cirurgia, avaliará seu perfil físico, psicológico, cicatrização e principalmente a proporcionalidade de suas formas. O cirurgião também realizará várias fotos pré-operatórias  de modo a orientá-la bem nessa delicada escolha. Por fim, ele deve sempre respeitar o desejo da paciente, ou seja, a decisão deve ser de certa forma democrática, porém com limitações, tentando sempre alertar a paciente quanto a possíveis exageros”, diz Dr. Fabiel Vedramin, cirurgião plástico e membro da SBCP .​ Um bom tamanho de prótese de silicone é aquele que mais se harmoniza com a silhueta e o contorno corporal da paciente, de modo que ninguém seja capaz de perceber que se trata de uma prótese, dando naturalidade ao resultado. Deve-se tomar cuidado para não cruzar a tênue linha que separa a normalidade estética do exagero e da artificialidade.



Quando o corpo rejeita o silicone



A evolução do silicone foi essencial para reduzir os casos de vazamento e de contratura capsular. A contratura nada mais é do que uma reação natural do organismo para se defender. “Formada ao redor da prótese pode ficar dura e contrair o implante, alterando a forma da mama”, explica Dr. Vendramin.As primeiras próteses de mama de silicone fabricadas tinham a superfície lisa, que possui o maior índice de contratura capsular, por isso a cada cem implantes realizados, um ficava duro. A partir de meados dos anos 1970 surgiram as próteses de espuma de poliuretano, o que fez que o endurecimento caísse na proporção de um a cada mil.E, finalmente, na década de 1980, surgiram os implantes de prótese de silicone texturizadas, em uma tentativa de imitar o efeito rugoso da espuma de poliuretano. “Hoje, a chance de encapsulamento da prótese é mínima, menos de 1%. Mas é bom que a paciente seja alertada que qualquer prótese pode ser rejeitada pelo organismo”, alerta Dr. Vendramin. Até os anos 1990, as próteses entre 120 ml e 140 ml eram as mais procuradas. Na última década, a média ficou em torno de 200 ml e 250 ml. Agora, a de 305 ml é a que mais sai. Dados da Silimed (empresa de próteses de silicone).

 

Questão de toque

 

Além do formato e do tamanho, agora já é possível definir também a consistência das próteses de silicone. Segundo Dr. Vendramin, as próteses mais antigas eram líquidas demais, ofereciam perigo de vazamento e faziam dobras. Hoje é possível contar com três tipos de recheios:“O de densidade 1 é mais macio e com maior mobilidade sob o seio. O intermediário, conhecido também como soft touch, é discretamente mais firme. O 3 é altamente coesivo, mais usado em casos em que a própria firmeza da prótese ajuda a esculpir a mama”, explica. Vale lembrar que a escolha da consistência da prótese leva em conta o tipo de pele da paciente. “Se o desejo é ter seios mais exuberantes, o ideal é o do tipo 1, que aumenta o volume e mantém o balanço. Se a intenção é turbinar mamas flácidas, o mais indicado é o do tipo 2, que vai dar mais firmeza. Já para casos de assimetria ou reconstrução mamária, o ideal é o terceiro, desenvolvido para preencher implantes anatômicos”, exemplifica o especialista.

 

 

​Quer aumentar os seios?  

 

Então  veja  alguns  dos cuidados  necessários que

devem   ser  tomados antes  e  depois  da cirurgia de prótese de silicone:

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